sexta-feira, 29 de abril de 2016

Mobilidade Urbana é tema de evento internacional em São Paulo

Especialistas em mobilidade urbana oriundos de 20 cidades do mundo participaram, nesta semana, do encontro “20-20 Urban Transport and Planning”, promovido pela revista inglesa Cities Today em parceria com a Secretaria Municipal de Transportes (SMT) e a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo (FUSP).

Secretário Municipal de Transportes Jilmar TattoNa abertura, durante o primeiro painel sobre o financiamento do transporte público, o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, voltou a defender a proposta de cobrança da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) municipal sobre os combustíveis. A medida seria possível com alterações a serem introduzidas na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 179-A/2007.

Segundo um cálculo estimado pela SMT, se R$ 0,10 do preço cobrado pelo litro da gasolina fossem direcionados para o transporte, a cidade de São Paulo teria uma arrecadação anual de R$ 625 milhões, cujo montante poderia ser direcionado para o setor, o que resultaria na contenção do valor da tarifa dos ônibus municipais. Tatto entende que “o transporte modal individual aumenta o custo do modal coletivo, por essa razão, o transporte individual, menos eficiente, tem que custear o coletivo; o carro particular ocupa 80% do espaço viário”. A busca pelo financiamento nos investimentos ao transporte público está na ordem do dia das cidades brasileiras e do mundo inteiro. No encontro, os participantes indicaram possibilidades nesse sentido.

Já no segundo painel, a tônica foi a importância do planejamento para conectar bairros através de ações de mobilidade urbana inteligentes e exequíveis. Foram apresentados estudos de casos das cidades de Palmas, Cali e Santos. O subsecretário de infraestrutura de Cali, Gustavo Jaramillo, revelou: “O que ocorria em Cali, há três anos, era um caos na mobilidade. Hoje, Cali melhorou muito com um sistema de BRT (corredores expressos de ônibus) e a integração com bicicletas e atenção aos pedestres. Como resultado, benefícios inclusive ao meio ambiente.

Além de cases, o painel mostrou ideias alternativas como uma rede de teleféricos. O austríaco Andreas Rudolph, especializado nesse modal aéreo de locomoção, pontuou suas vantagens: “O teleférico pode alimentar e se integrar a sistemas de metrô, BRTs, superar obstáculos como rios e engarrafamentos. Não é concorrente com outros modais e tem capacidade de transportar 10 mil pessoas/hora.” Ele lembrou o uso desse meio em localidades como La Paz, Guatemala, Londres e Quito.

Mesa de debates durante o evento
Na sequência, a terceira exposição do dia tratou da implantação de novos modos de deslocamento, com ênfase na criação e ampliação da infraestrutura cicloviária. O superintendente de Planejamento e Projetos da CET, Ronaldo Tonobohn, contou os bastidores e desafios na execução do programa CicloviaSP, pelo qual foram demarcados mais de 300 quilômetros de ciclovias entre 2014 e 2016 (até abril), levando os paulistanos a disporem de uma estrutura cicloviária permanente de 410 km atualmente, incluindo 31,9 km de ciclorrotas.

Os debates, em formato de mesa-redonda, contemplaram ainda a tecnologia na gestão do tráfego nos grandes centros urbanos.

O “20-20 Urban Transport and Planning” se apresenta como uma plataforma única de network dirigida pelas cidades para as cidades, com o reconhecimento do papel dos vários stakeholders (representantes nacionais e internacionais dos setores público, privado e sociedade civil) no futuro do desenvolvimento urbano. Dentre os membros estão representantes das cidades de Bogotá, Budapeste, Lima, Cochabamba, São Paulo, Rio de Janeiro e Buenos Aires, dentre outras, além de instituições como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina.

Participantes do evento

Confira a Programação do Evento:

Tabela da programação do evento

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Alteração na faixa exclusiva da Rua Baronesa de Porto Carreiro a partir desta segunda-feira, 25/04

A partir desta segunda-feira, 25/04, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a São Paulo Transporte (SPTrans) alteram do lado direito para o lado esquerdo da via a faixa exclusiva para ônibus existente na Rua Baronesa de Porto Carreiro, região da Barra Funda. O trecho, compreendido entre as avenidas Abraão Ribeiro e Rudge, foi implantado em novembro de 2013.

A alteração visa atender a operação da faixa reversível exclusiva à ônibus na Ponte da Casa Verde, sentido Bairro, no horário das 16h00 às 20h00 de segunda a sexta-feira.
Faixa exclusiva para ônibus Rua Baronesa de Porto Carreira


A modificação está inserida na Operação Dá Licença Para o Ônibus, cujo objetivo é priorizar a circulação do transporte coletivo, contribuindo para a melhoria do desempenho dos ônibus nos corredores. Com isto, busca-se a redução dos tempos de viagens com padrões de eficiência, conforto e segurança para os usuários do transporte público.

Para sinalizar os 400 m de faixas exclusivas à esquerda na Rua Baronesa de Porto Carreiro serão implantadas 7 placas de trânsito e 97 m² de sinalização horizontal.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), transitar na faixa exclusiva de ônibus é uma infração gravíssima, com perda de 7 pontos na habilitação e multa de R$ 191,54.

A Engenharia de Campo da CET e da SPTrans irão acompanhar o desempenho da nova faixa exclusiva, visando melhorar as condições de trânsito e preservar a segurança viária de todos os usuários.

Ciclovia da Água Rasa com 3 km entra em funcionamento na Zona Leste

foi entregue desde quarta-feira 20/04 novo trecho de ciclovia com 3 km de extensão, na Região da Água Rasa, Zona Leste da Cidade.
Com esse novo trecho a cidade passou a contar com 410,3 km de malha cicloviária, incluindo 31,9 km de ciclorrotas. Desde junho de 2014, foram inaugurados 313,7 km de ciclovias. Antes, São Paulo possuía 64,7 km.

O percurso da ciclovia é bidirecional, ao lado da calçada, em toda sua extensão. O trajeto está sinalizado sobre o leito carroçável. Na demarcação foram usados, aproximadamente, 7.250 m² de sinalização horizontal, 101 placas de trânsito indicando “Circulação exclusiva de bicicletas”, 194 placas de regulamentação e advertência, e 735 tachas e tachões.
A ciclovia segue o seguinte trajeto:
Ciclovia Água Rasa


  • Rua Jaibarás, entre a entrada do Parque da Mooca e a Rua Taquari;
  • Rua Taquari, entre as ruas Jaibarás e Siqueira Bueno;
  • Rua Siqueira Bueno, entre as ruas Taquari e Barão de Penedo;
  • Rua Barão de Penedo, entre as ruas Siqueira Bueno e Serra de Jairé;
  • Rua Serra de Jairé, entre Rua Barão de Penedo e Avenida Álvaro Ramos;
  • Avenida Álvaro Ramos, entre Rua Serra de Jairé e Avenida Regente Feijó;
  • Avenida Regente Feijó, entre Avenida Álvaro Ramos e Rua Guarapeva.

Nova Ciclovia da Avenida Mandaqui com 400 metros entra em funcionamento na Zona Norte

Foi entregue, desde quarta-feira 20/04 novo trecho de ciclovia com 400 metros de extensão, na Avenida Mandaqui, entre a Avenida Engenheiro Caetano Álvares e Travessa Capuá, Região do Limão, Zona Norte da Cidade.

Esse novo trecho faz a conexão com as ciclovias da Avenida Engenheiro Caetano Álvares e da Rua Coronel Mario de Azevedo. Assim, a cidade passou a contar com 410,3 km de malha cicloviária, incluindo 31,9 km de ciclorrotas. Desde junho de 2014, foram inaugurados 313,7 km de ciclovias. Antes, São Paulo possuía 64,7 km.

O percurso da ciclovia será bidirecional, ao lado da calçada. O trajeto está sinalizado sobre o leito carroçável. Na demarcação estão sendo usados, aproximadamente 1.250 m² de sinalização horizontal, 34 placas de trânsito indicando “Circulação exclusiva de bicicletas” e de regulamentação e advertência.
Ciclovia Avenida Mandaqui

Nova ciclovia na Bela Vista desde quarta-feira 20/04

A nova ciclovia com 2,7 km de extensão ativada desde quarta-feira 20/04 faz conexão da região central da cidade com a ciclovia da Avenida Paulista e Ciclovia Doutor Rafael de Barros. A cidade passa a contar com 410,3 km de vias destinadas aos ciclistas.  A malha cicloviária da cidade passou a contar com 410,3 km, incluindo 31,9 km de ciclorrotas. Desde junho de 2014, foram inaugurados 313,7 km de ciclovias. Antes, São Paulo possuía 64,7 km.

A ciclovia faz a ligação entre a região central da cidade com as ciclovias da Avenida Paulista e da Rua Dr. Rafael de Barros, conectando polos com ampla demanda cultural e econômica da capital.

O novo percurso é bidirecional, ao lado da calçada, e unidirecional no trecho da Rua Treze de Maio. Na demarcação estão sendo usados, aproximadamente, 6.700 m² de sinalização horizontal, 210 placas de trânsito indicando “Circulação exclusiva de bicicletas” e placas de regulamentação e advertência. A ciclovia segue o seguinte trajeto:
Ciclovia Martiniano de Carvalho

  • Rua Santo Antônio, entre proximidades da Praça da Bandeira e Rua Abolição;
  • Rua Abolição, entre as ruas Santo Antônio e Jaceguai;
  • Rua Humaitá, entre as ruas Jaceguai e Martiniano de Carvalho;
  • Rua Martiniano de Carvalho, entre Rua Humaitá e Praça Amadeu Amaral;
  • Praça Amadeu Amaral, entre as ruas Martiniano de Carvalho e Treze de Maio;
  • Rua Treze de Maio, entre Praça Amadeu Amaral e Avenida Paulista – unidirecional ao lado do canteiro central.

Nova ciclovia com 1,9 km permite conexão entre a Avenida Paulista e Parque Ibirapuera

Desde quarta-feira, 20/04, a cidade passa a contar com 410,3 km de vias destinadas aos ciclistas. Foi entregue novo trecho de ciclovia com 1,9 km de extensão, na Região do Paraíso, Zona Sudoeste da Cidade. A ciclovia permite a conexão com a ciclovia da Avenida Paulista, Parque Ibirapuera, e regiões do Jardim Paulista, Bela Vista, Paraíso, Liberdade, Vila Mariana e Centro.

A malha cicloviária da cidade passou a contar com 410,3 km, incluindo 31,9 km de ciclorrotas. Desde junho de 2014, foram inaugurados 313,7 km de ciclovias. Antes, São Paulo possuía 64,7 km.
O percurso da ciclovia é bidirecional, ao lado da calçada, em toda sua extensão, e o trajeto está sinalizado sobre o leito carroçável. A ciclovia segue o seguinte trajeto:
Ciclovia Rafael de Barros

  • Rua Doutor Rafael de Barros, entre as ruas Desembargador Eliseu Guilherme e Tutóia;
  • Rua Tutóia, entre nas ruas Dr. Rafael de Barros e Manuel da Nóbrega;
  • Rua Manuel da Nóbrega, entre as ruas Tutóia e Paulino Camasmie.

Para reforçar as condições de segurança na travessia de pedestres e ciclistas foi instalado conjunto semafórico no cruzamento das ruas Dr. Rafael de Barros X Coronel Oscar Porto.
Fale com a CET - Ligue 1188. Atende 24 horas para informações sobre trânsito, ocorrências, remoções, reclamações e sugestões.

Novos trechos conectam ciclovias da região Central

Desde quarta-feira, 20/04, foram entregues dois novos trechos de ciclovia, com 500 metros de extensão, na Região Central da Cidade. A cidade passou a contar com 410,3 km de malha cicloviária, incluindo 31,9 km de ciclorrotas. Desde junho de 2014, foram inaugurados 313,7 km de ciclovias. Antes, São Paulo possuía 64,7 km.

O primeiro trecho, com 400 metros, está localizado no Largo do Paissandu possui percurso bidirecional, e faz a conexão entre as ciclovias da Rua Conselheiro Crispiniano e Avenida Cásper Líbero, além da conexão ao Terminal de ônibus Correio.
Percurso:
•         Avenida São João, entre as ruas Conselheiro Crispiniano e Antonio de Godói;
•         Rua Antonio de Godói, entre as avenidas São João e Rio Branco;
•         Rua do Seminário, entre Avenida Cásper Líbero e Praça do Correio.
Ciclovia Largo do Paissandu

O segundo trecho, com 100 metros de extensão, está localizado na Praça Soldado José Barbosa de Andrade, entre a Rua Pedro Vicente e a Avenida Tiradentes. O percurso é bidirecional e faz a conexão entre a ciclovia da Rua Pedro Vicente e a estação Metrô Armênia.
A CET realizou adequações no cruzamento com a Avenida do Estado, com o objetivo de melhorar as condições de segurança para a travessia de pedestres e ciclistas.

Ciclovia Estação Armênia


Novos trechos de ciclovias ativados desde quarta-feira (20)

Novos trechos de ciclovia com 8,5 km de extensão, nas zonas Central, Leste, Norte e Sul da Cidade foram ativados desde quarta-feira (20). As ciclovias estão localizadas nas regiões da Ponte Pequena, Largo do Paissandu, Mooca, Mandaqui, Bela Vista e Paraíso.

Plano de ciclovias
A Prefeitura de São Paulo tem como meta implementar 400 quilômetros de ciclovias até o final de 2016. Para estimular o uso da bicicleta como meio de transporte na cidade, o projeto “SP 400 km” realiza as intervenções com um custo reduzido, articulado com o transporte público e também visando reduzir acidentes em vias de circulação de ciclistas.

Com esses novos trechos, a cidade passou a contar com 410,3 km de malha cicloviária, incluindo 31,9 km de ciclorrotas. Desde junho de 2014, foram inaugurados 313,7 km de ciclovias. Antes, São Paulo possuía 64,7 km.