sexta-feira, 1 de abril de 2016

Após 6 meses, PTC aumenta a velocidade média dos ônibus em 19%

Após 6 meses, PTC aumenta a velocidade média dos ônibus em 19%
Foto: Lucas Silvestre
Após seis meses de vigência, o Plano do Transporte Coletivo – PTC, implantado pela Diretoria de Operações da CET com o objetivo de otimizar o desempenho das 1.173 linhas de ônibus municipais, elevou em 19% a velocidade média de 392, cuja performance, em 2015, era inferior a 13 km/h e, por isso, compunham a Fase 1 do referido plano, devendo ser tratadas prioritariamente. Antes do PTC, essas linhas andavam a 11,8 km/h na cidade de São Paulo; atualmente circulam a 14,1 km/h. Em tempo para os passageiros, o ganho é de 11,3 minutos por viagem.

Quando o PTC foi lançado (3 de agosto de 2015), a meta inicial era, nesses 392 itinerários críticos, aumentar a velocidade média operacional para 18 km/h. Embora esse índice ainda não tenha sido alcançado, as ações implementadas através do PTC caminham em direção assertiva: “No início do Plano, os desafios eram enormes, mas com planejamento, empenho e gestão já obtivemos bons resultados”, comemora Gilson Grilli, da Assessoria Técnica da Diretoria de Operações da CET, responsável pela coordenação da nova forma de trabalho.

Foram identificados 1.679 gargalos em 1.404 km de vias especificamente, onde essas 392 linhas “estavam perdendo muito tempo”. O crescimento de 19% na velocidade dos ônibus se deu em virtude de ações operacionais e da realização de 109 projetos.

“Elaboramos 30 projetos de Faixas Exclusivas novas e oito prevendo alteração de horários de ativação. Entendemos que, com a implantação total dos projetos restantes, atingiremos a meta de 18 km/h”, afirma o arquiteto.

Dentre as medidas operacionais para o transporte público, o PTC possibilitou, em seis meses de existência, 196 revisões semafóricas, 68.092 autuações relacionadas ao desempenho dos coletivos tais como invasão de faixa exclusiva, estacionamento em frente a pontos de ônibus bem como em lugar proibido nas vias aonde circulam as linhas, além de atender 92.582 ocorrências e 2.005 acidentes com vítimas nessas mesmas vias.

Grilli pondera: “Como estudamos todas as 392 linhas, que perfazem 1.404 km, outras 767 linhas que compartilham trechos de vias também tiveram esses trechos beneficiados. Das 1.173 linhas de ônibus municipais, 392 foram cuidadas nesse início pelo PTC. As demais, 781, que operam acima de 18 km/h, serão atendidas em 2016, com meta de elevar a sua velocidade média operacional até 20 km/h.”

Após 6 meses, PTC aumenta a velocidade média dos ônibus em 19%
Foto: Lucas Silvestre
Estratégia

O PTC foi concebido como uma estratégia a ser cumprida pelos 1.840 agentes de trânsito da CET. Na prática, implicou na substituição de 165 rotas operacionais em corredores de tráfego geral pela adoção de 474 sub áreas, com 320 rotas de transporte coletivo, abrangendo todas as 1.173 linhas e cobrindo 4.500 km de vias. 

Lançado o edital para criação do Cartão Azul Digital


Está aberto por tempo indeterminado o chamamento público para credenciar empresas que farão a venda do Cartão Azul Digital - CAD por aplicativo de celular como smartphones. Lançada no dia 5 de março, a proposta visa melhorar a performance da distribuição do cartão azul aos usuários do sistema Zona Azul na cidade de São Paulo, combatendo a evasão de receitas pela venda ilegal por guardadores de carros conhecidos como “flanelinhas”.
A venda do CAD poderá ser realizada por mais de uma empresa habilitada. A CET não fará restrições, pois a intenção é suprir diferentes tipos de necessidades dos usuários de aplicativo por telefone móvel.
“Estamos prevendo que, ainda no primeiro semestre, esta solução entre em operação, oferecendo aos usuários da Zona Azul condições mais seguras e confortáveis para aquisição e uso do cartão. Com a tecnologia, não será preciso deixar nenhum comprovante no painel do veículo. No futuro, um mapeamento indicará, em tempo real, os locais onde existem vagas livres”, explica Jurandir Marinho, do Departamento de Comercialização e Estudos Estatísticos de Zona Azul (DCE/GEC/DA).
No entanto, a opção de comprar o cartão azul comum ou o talão em papel continuará valendo. As duas modalidades – tradicional e digital – irão coexistir num primeiro momento. A sinalização, a tarifa e as regras de estacionamento também não sofrerão qualquer alteração por ora.
Em seguida, a CET vai publicar outro chamamento público para que a venda do CAD também possa acontecer em pontos de comércio da cidade (bancas de jornal, bares, restaurantes, mercados, etc.).
Como será – O Termo de Referência do chamamento público recém-lançado determina que o aplicativo deverá incorporar, no mínimo, as seguintes facilidades de uso:

a) Permitir o cadastro de placas de veículos;
b) Permitir a seleção da regra de estacionamento (CAD = 30, 60, 120 ou 180 minutos);
c) Indicar a quantidade de CAD (unidade monetária a ser comercializada entre a CET e o usuário através de uma distribuidora);
d) Alarmes para avisar que o período autorizado de estacionamento está terminando ou foi finalizado;
e) Permitir que seja estendido o período de estacionamento até o tempo de permanência máximo indicado na sinalização vertical do local;
f) Permitir a Consulta de Saldo e Extrato de movimentações da conta.

A fiscalização será feita pelo agente de trânsito com o auxílio de um outro aplicativo, desenvolvido pela CET e que será instalado nos coletores de dados. Ao consultar a placa do veículo, o agente verá informações sobre a regularidade ou não do pagamento do estacionamento.
Mais detalhes a respeito podem ser conhecidos no edital disponível no site da CET (www.cetsp.com.br), no canal Licitações, opção Editais. Nessa seção, escolha a modalidade Outros e procure pelo Chamamento Público nº 01/2016 – ZA Digital.
Ou clique aqui para fazer o download do Edital

segunda-feira, 28 de março de 2016

A respeito da suposta instalação de faixas com mensagens políticas pela CET

A respeito da suposta instalação de faixas com mensagens políticas pela CET na antiga Ponte Cidade Jardim, apuramos até o momento que se tratava de uma empresa terceirizada que estava realizando instalação de gradis na saída da Marginal Pinheiros, gradis estes que aparecem no início do vídeo. Em momento algum, trabalhador da Companhia ou de terceirizada, aparece instalando faixas, e quando questionado um deles responde "é segurança de pedestres" fazendo alusão clara aos gradis.
Além disso, não haveria porque colocar a canalização com cones longe do local onde as faixas estavam sendo instaladas.
Se fosse a intenção burlar algo, estariam paramentados com viatura, uniformes ou sinalização oficiais.
Cabe às equipes de fiscalização das Subprefeituras a retirada dessas e de qualquer outra faixa ou anúncio irregular, e não à CET.