quarta-feira, 23 de março de 2016

Entrega de segundo trecho de ciclovia na Avenida do Imperador, na Zona Leste

Ciclovia na Avenida do Imperador
Entregue em 24/03 segundo trecho de ciclovia na Avenida do Imperador, na Zona Leste, com 5,4 km de extensão.

O percurso é unidirecional ao lado esquerdo da faixa viária, junto ao canteiro central, em toda sua extensão. Este trecho se junta ao já implantado em 07/07/2015, com 1,2 km de extensão, entre as Avenidas Jacu Pêssego e Pires do Rio. Futuramente, a ciclovia fará conexão com a Avenida Calim Eid.

Percurso:

- Rua Embira, entre a Praça Frei Albino Aresi e a Estrada de Mogi das Cruzes, em ambos os sentidos.

- Estrada de Mogi das Cruzes, entre Rua Embira e Avenida Águia de Haia, em ambos sentidos.

Haverá cruzamentos rodocicloviários na Avenida Jaime Torres, nas Ruas José Garcia Terra, Antonio Sertório, General Ferreira de Azevedo, João José de Queiroz, Açaipe, Professora Ernestina de Miranda e nas proximidades da Rua Bartolomeu Soares.

- Avenida do Imperador, entre a Avenida Águia de Haia e Avenida Jacu Pêssego-Nova Trabalhadores , em ambos sentidos.

Haverá cruzamentos rodocicloviários na Avenida Águia de Haia, retorno junto ao terminal de ônibus A.E. Carvalho, Retorno próximo Rua Padre Clemente Segura, Avenida Augusto Antunes, Avenida Trevo de Santa Maria, Rua dos Escoteiros, retorno próximo à Avenida Jacu Pêssego-Nova Trabalhadores e Avenida Jacu-Pêssego-Nova Trabalhadores.

Com esta ativação, somados aos 7,9 km de trechos implantados no entorno do Itaquerão e nas Avenidas Inajar de Souza e Engenheiro Luís Carlos Berrini, a malha cicloviária chega a marca de 398,7 km.

Do total de ciclovias existentes na cidade, desde 2013 foram inauguradas 302,1 km. Antes, São Paulo só possuía 64,7 km, além de 31,9 km de ciclorrotas.

Outras implantações

Ciclovia Itaquerão (1,4 km de extensão)

Construída no entorno da Arena Corinthians, o trecho é bidirecional, segregado sobre o passeio. Interliga a ciclovia Caminho Verde/Radial Leste com o estádio e a Avenida Professor Adervan Machado até a Avenida Itaquera.

No futuro, haverá sua extensão até o centro de Itaquera e com a Avenida Aricanduva, por meio das obras do corredor de transporte coletivo da Avenida Itaquera.

Ciclovia Inajar de Souza (3,2 km de extensão)

Trecho bidirecional no canteiro central da Avenida Inajar de Souza, entre a Rua Pedra Bela e a Rua Edmundo Krug.

Construída pela SPObras, integra o corredor de transporte coletivo Rio Branco/Marquês de São Vicente/Inajar de Souza.

Ciclovia Avenida Engenheiro Luis Carlos Berrini (3,3 km de extensão)

Trechos bidirecional e monodirecional, sobre o passeio.

Construída pela SPObras, a ciclovia integra o corredor de transporte coletivo da Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, na Zona Sul da cidade.

Trecho fará conexão com a futura ciclovia da Avenida Chucri Zaidan e da Avenida Faria Lima, que estão em fase de implantação.

Recomendações ao Público
  • Respeite a sinalização;
  • Por se tratar de uma ciclovia a ser utilizada pelo público em geral (adultos, crianças e idosos), não se destina à prática de atividades desportivas de ciclismo, devendo ser percorrida em velocidade compatível;
  • Se necessitar pedir informações, proceda de forma a não atrapalhar a fluidez do trânsito;
  • É proibida a utilização da ciclovia por pedestres.

terça-feira, 22 de março de 2016

Mortes no trânsito caem 20,6%, e 257 vidas são salvas em um ano

Foram registradas 992 óbitos no trânsito em 2015, ante 1.249 em 2014. Mortes de pedestres caíram 24,5%, e de ciclistas tiveram queda de 34%
Um estudo produzido pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) apontou uma queda de 20,6% no número de mortes no trânsito na cidade de São Paulo em 2015. O levantamento mostra que 257 vidas foram salvas na comparação entre janeiro e dezembro de 2014 com o mesmo período do ano passado.

Enquanto nos 12 meses de 2014 foram registrados 1.249 óbitos, no mesmo período de 2015 ocorreram 992 casos. Considerando apenas o mês de dezembro dos dois anos, as mortes diminuíram 11,1%, com 88 casos em 2015, ante 99 em 2014.

O quadro mostra que  as ações implantadas pela Prefeitura de São Paulo, por meio do Programa de Proteção à Vida (PPV), colaboram para que a cidade se aproxime da meta da capital para a Década de Segurança Viária da ONU, de 6 mortes a 100 mil habitantes até 2020. Em dezembro do ano passado, esse índice foi de 8,26 por 100 mil habilitantes, uma queda na série histórica. Em dezembro de 2014, o índice era de 10,47.

Em todo o Brasil, o índice é de 23,40; no Estado de São Paulo, é de 17,40 e, na Região Metropolitana (RMSP), de 19,40 mortes por 100 mil habitantes.

Ciclistas
Em relação aos ciclistas, o estudo apontou queda de 34% no número de mortes, na comparação de janeiro a dezembro de 2014 com o mesmo período do ano passado. Nos 12 meses de 2015 foram registradas 31 mortes, ante 47 casos fatais em 2014.

A malha cicloviária municipal chegou a 385,4 km, (a meta é atingir 400km até o final de 2016)dos quais 288,8 km foram implantados na atual gestão, o que garante mais segurança aos ciclistas, que passam a circular em vias segregadas.

Motociclistas
As mortes de motociclistas em acidentes registraram queda de 15,9% na comparação entre os 12 meses de 2014 e o mesmo período do ano passado. O número de ocorrências fatais caiu de 440 casos para 370. No mesmo período de 2013, foram 403 casos, o que significa que a curva vinha de um crescimento de 8,4%.

A redução é resultado de um trabalho realizado pela CET para garantir a segurança dos motociclistas, ampliando a fiscalização e melhorando a sinalização, como a implantação da Frente Segura, que destina às motocicletas espaços de parada na frente dos cruzamentos semafóricos, diminuindo o deslocamento em corredor.

Pedestres e motoristas
O estudo ainda constatou uma redução de 24,5% no número de mortes de pedestres, que passou de 555 óbitos de janeiro a dezembro de 2014 para 419 casos no mesmo período do ano passado. As ocorrências fatais envolvendo motoristas e passageiros também tiveram queda, de 16,9%. Foram 172 mortes em 2015, ante 207 casos em 2014.

Programa de Proteção à Vida
O Programa de Proteção à Vida foi iniciado em 2013 e busca a redução de acidentes e atropelamentos na cidade ampliando uma série de ações para segurança de todos os agentes do trânsito, especialmente os pedestres. A iniciativa inclui várias frentes, como o CET no Seu Bairro, a implantação de Áreas 40, da Frente Segura (bolsões de parada junto aos semáforos para motociclistas e bicicletas), das faixas de pedestres diagonais em cruzamentos de grande movimento (Travessia em "X")e da redução de velocidade máxima para o padrão de 50 km/h nas vias arteriais. Também foram revitalizados os semáforos de 4.645 cruzamentos na cidade. Com isso, pretende-se melhorar a segurança dos usuários do sistema viário, buscando a convivência pacífica entre todos.

Mais informações: http://www.capital.sp.gov.br/portal/noticia/9697

segunda-feira, 21 de março de 2016

Operação Frente Segura - Implantada área de espera para motos na Avenida Liberdade

Operação Frente Segura lançada em abril de 2013 é uma iniciativa que visa melhorar a segurança de motociclistas e ciclistas. A medida cria uma área de acomodação para veículos sobre duas rodas que consiste na demarcação (sinalização horizontal) de um espaço exclusivo de espera para motos, junto aos semáforos e à frente dos outros veículos, o que facilita a saída quando o sinal abre para o trânsito. A sinalização é reforçada ainda com uma placa educativa, evidenciando que ali é um espaço para a espera de motos.
Em 21/03, a Frente Segura foi implantada em seis locais ao longo da Avenida Liberdade.

Novos Locais

Avenida Liberdade junto à Praça da Liberdade
Avenida Liberdade com Rua Jaceguai
Avenida Liberdade com Rua Américo de Campos
Avenida Liberdade com Rua Barão de Iguape
Avenida Liberdade com Rua Condessa de São Joaquim
Avenida Liberdade, altura do número 937

- A imagem à seguir é meramente ilustrativa

Frente Segura na Avenida Liberdade

















Em 54 cruzamentos monitorados, um ano antes da respectiva criação da “Frente” houve 43 atropelamentos, após a instalação da área específica foram 31 casos. O registro de acidentes envolvendo todos os veículos caiu de 161 para 142. Nesses casos, o número de feridos foi reduzido de 186 para 155 e os acidentes e atropelamentos envolvendo motos também caíram de 102 para 77.

Não houve notificação de situações fatais.

Veja quadro:


Antes
Depois
Variação
Atropelamentos 43 31 - 28%
Acidentes c/ vítimas 118 111 - 6%
Total acidentes 161 142 - 12%

De abril de 2013 até dezembro de 2015 foram instalados 390 “Frente Segura”.
Entre os locais onde houve a implantação podemos destacar as avenidas dos Bandeirantes, Eng. Caetano Álvares, Prof. Francisco Morato, Radial Leste, Rebouças, Sumaré e Tancredo Neves.

Critérios para definição dos locais

Os locais foram escolhidos em função do volume considerável de motocicletas e bicicletas que passam nessas vias.

A iniciativa tem como objetivos:
  • Proporcionar maior segurança para as motocicletas e ciclistas, diminuindo o conflito com autos no momento da largada no verde do semáforo;
  • Aumentar o respeito das motos à linha de retenção e à faixa de travessia;
  • Dar maior visibilidade às motos junto às travessias de pedestres;
  • Diminuir o número de acidentes envolvendo motos, ciclistas e pedestres no cruzamento.

Rua Bento Branco de Andrade Filho com faixa exclusiva a partir de segunda-feira, 21/03

Será implantada a partir de 21/03, faixa exclusiva para ônibus na Rua Bento Branco de Andrade Filho, com 700 metros de extensão, entre a Avenida Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues e a Rua Filomena Parmegiani Fiorda. A faixa funcionará de segunda a sexta-feira, das 16h00 às 20h00.

A ativação está inserida na Operação Dá Licença Para o Ônibus, cujo objetivo é priorizar a circulação do transporte coletivo, contribuindo para a melhoria do desempenho dos ônibus nos corredores. Com isto, busca-se a redução dos tempos de viagens com padrões de eficiência, conforto e segurança para os usuários do transporte público.

Faixa exclusiva da Rua Bento Branco de Andrade Filho
Com estes 700 metros, a malha chegará a 503,3 km de faixas exclusivas para ônibus na capital paulista. Antes, a cidade possuía 90 km.

Fiscalização

A ativação da nova faixa exclusiva terá um período de adaptação de duas semanas, quando os agentes de trânsito irão orientar os motoristas para não invadirem o espaço nos horários definidos para a exclusividade dos ônibus. A partir de 04/04, começam as autuações a quem desrespeitar a nova faixa exclusiva. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), transitar na faixa exclusiva de ônibus é uma infração gravíssima, com perda de 7 pontos na habilitação e multa de R$ 191,54.

Independente disso, a orientação é para que todos os motoristas respeitem a faixa exclusiva desde o início da implantação da mesma.

A Engenharia de Campo da CET irá acompanhar o desempenho da nova faixa exclusiva, visando melhorar as condições de trânsito e preservar a segurança viária de todos os usuários.