quinta-feira, 24 de setembro de 2015

CET implanta redução de velocidade em mais 5 vias, a partir do dia 02/10

A CET implantará a partir de sexta-feira da semana que vem (02/10), redução de velocidade nas avenidas Dom Pedro I, Teresa Cristina, Nazaré, Dr. Ricardo Jafet e Prof. Abraão de Morais, onde será regulamentada a velocidade máxima de 50 km/h.  Anteriormente, a velocidade máxima permitida era de até 60 km/h.

A medida está inserida no plano de redução de acidentes viários do “Programa de Proteção à Vida”.   Com isso, pretende-se melhorar a segurança dos usuários mais vulneráveis do sistema viário, pedestres e ciclistas, buscando a convivência pacífica e a redução de acidentes e atropelamentos na área.

Alterações no Sistema Viário

  •  Regulamentação de velocidade máxima permitida de 50 km/h:
     -  Av. Dom Pedro I entre a Av. do Estado e a Praça do Monumento;
     -  Av. Tereza Cristina entre a Av. do Estado e a Praça do Monumento;
     -  Av. Nazaré entre a Praça do Monumento e a Rua Itacoarati;
     -  Av. Dr. Ricardo Jafet entre a Praça do Monumento e a Av. Prof. Abraão de Morais;
     -  Av. Prof. Abraão de Morais entre a Av. Dr. Ricardo Jafet e o Viaduto Aliomar Baleeiro;

  •  Regulamentação de velocidade máxima permitida de 70 km/h:
     -  Av. Prof. Abraão de Morais entre o Viaduto Aliomar Baleeiro e a Rodovia dos Imigrantes, em um total de 14,5 quilômetros.

Nestas avenidas, que possuem tráfego intenso e grande volume de pedestres, aconteceram, em 2014, 117 acidentes veiculares com vítimas e 33 atropelamentos, resultando em 190 pessoas feridas e duas mortes.   

Desta forma, velocidades menores são necessárias para promover condições seguras e confortáveis de circulação aos pedestres que ainda representam o maior número de vítimas no trânsito em São Paulo.

Para implantação da redução de velocidade nestas vias serão utilizadas 186 placas de sinalização vertical de regulamentação, além de faixas de vinil e banners nos principais acessos, alertando aos motoristas quanto à mudança. 

A Engenharia de Campo da CET vai acompanhar o desempenho da nova medida e orientar o tráfego na região.

Prefeitura cria observatório para estudar impacto da mobilidade urbana na saúde e no meio ambiente

Pacote de medidas tem objetivo de diminuir os acidentes de trânsito e oferecer melhor qualidade de vida à população

As secretarias municipais de Saúde e Transportes assinam nesta quinta-feira (24/9), às 11h, uma portaria que institui um observatório para monitorar os acidentes de trânsito e os impactos da mobilidade urbana no meio ambiente e na saúde pública. “Vamos mostrar que as ações de mobilidade urbana impactam na saúde das pessoas. Tivemos dados claros que mostraram a redução de acidentes decorrente de controle de velocidade em algumas vias na cidade. As medidas de intervenção urbana têm impactos positivos na redução de mortes, acidentes e da poluição sobre a saúde das pessoas. O observatório vai medir essas intervenções e alimentar novas ações”, explica o secretário municipal da Saúde, Alexandre Padilha.

Segundo o coordenador do Observatório, Gerson Luís Bittencourt, a primeira missão será a uniformização dos bancos de dados disponíveis em órgãos governamentais das três esferas. Outra atribuição importante é a produção de indicadores que possam ser comparáveis nacional, internacionalmente e com o que está sendo preconizado pela ONU, que é a diminuição dos acidentes. Depois, a partir do diagnóstico, propor políticas públicas e ações que possam resultar na redução dos indicadores de acidentes, da poluição do meio ambiente e consequências na saúde pública.

Por último, o Observatório visa dimensionar o impacto das políticas públicas de mobilidade urbana na cidade de São Paulo na saúde pública. Quanto mais acidentes de trânsito, mais custos para o SUS. Em 2012, 11 mil pessoas foram internadas em hospitais públicos do Município de São Paulo em decorrência de acidentes de trânsito. Em 2014, foram 9.575.

De acordo com a Coordenação de Epidemiologia e Informação (CEInfo) da Secretaria Municipal da Saúde, em 2014, as autorizações de internação hospitalar custaram ao Município R$ 16,2 milhões - R$ 1.695,07 por paciente. Cada um permaneceu, em média, seis dias internado.

O País vive uma epidemia com os impactos dos acidentes de trânsito. São quase 50 mil mortes ao ano. “Na cidade de São Paulo, a marca desta gestão é a construção de políticas públicas que levem em consideração a preferência pela vida. A partir desta percepção, a cidade recebeu um conjunto de intervenções na área de mobilidade urbana que têm impacto direto na vida das pessoas. Já temos dados que apontam a redução de acidentes de trânsito e mortes”, afirma Gerson.

Em relação à questão ambiental, o Observatório quer estimar o quanto as alternativas relacionadas ao transporte público vão melhorar a vida das pessoas. “Estamos vivendo uma época em que o meio ambiente está extremamente poluído, com níveis altíssimos”, ressalta Gerson. Segundo a pesquisa sobre Mobilidade Urbana lançada nesta terça-feira (22/9) pela Rede Nossa São Paulo e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo, 62% dos entrevistados declararam que ele ou alguém da família já sofreu doenças respiratórias advindas da poluição.

Serviço

Assinatura da Portaria que cria um Observatório entre as secretarias da Saúde e Transporte

Data: 24/9

Hora: 11h

Local: COVISA – Rua Santa Isabel, 181 – 10º andar

Informações para a Imprensa:

Coordenação Especial de Comunicação

Secretaria Municipal da Saúde

(11) 3397-2368 / 2370/ 2371 / 2372/ 2373/ 2374/ 2375 / 2595

saudeimprensa@prefeitura.sp.gov.br


Imprensa – CET

3396-6980 / 81 / 83

imprensa@cetsp.com.br

Ciclovias promovem mudança de cultura no trânsito de São Paulo

Até o momento, a malha cicloviária tem 356,8 km implantados, cujo legado vai gerar melhor qualidade de vida aos paulistanos

A implantação da malha cicloviária em toda a cidade de São Paulo é uma das diretrizes estratégicas da atual gestão, na qual as bicicletas tornaram-se instrumentos fundamentais dentro do processo de mobilidade urbana.

 Malha cicloviária de São Paulo ajuda na qualidade de vida dos paulistanos /Crédito fotos Sidnei Santos
Malha cicloviária de São Paulo ajuda na qualidade de vida dos paulistanos /Crédito fotos Sidnei Santos
A ampliação do projeto cicloviário, segundo a coordenadora do Departamento de Planejamento Cicloviário da CET, Suzana Leite Nogueira, está promovendo uma mudança de paradigma. “Com as ciclovias, aos poucos, as pessoas estão mudando seus hábitos, trocando os veículos pelas bicicletas, com isso , diminuindo o adensamento da massa motorizada nas ruas e avenidas”, ressaltou.

Mudança de comportamento

Com o incremento da malha cicloviária, a Companhia amplificou o trabalho educacional junto aos cidadãos por meio do Centro de Treinamento e Educação de Trânsito (CETET/CET).

Atualmente, o CETET conta com o curso Pedalar com Segurança, onde os alunos recebem uma série de orientações sobre os aspectos de segurança no trânsito, utilizando a bicicleta como meio de transporte, no exercício de atribuições profissionais ou em momentos de lazer.

A diretora do Departamento de Educação para Condutores, Ilana Berezovsky Frigieri, observa que o curso trabalha com foco na mudança de comportamento dos ciclistas. “Os usuários de bicicletas devem andar de forma segura respeitando as leis, valorizando os princípios de humanidade e cidadania”.
 CET investe na educação dos ciclistas no trânsito / Crédito fotos Sidnei Santos
CET investe na educação dos ciclistas no trânsito / Crédito fotos Sidnei Santos 

O trabalho oferecido no Centro de Treinamento faz parte do Programa de Proteção à Vida (PPV), iniciado em 2013 pela Secretaria Municipal de Transportes com apoio da CET visando a segurança de todas as pessoas no trânsito da cidade, especialmente os agentes mais vulneráveis como pedestres e ciclistas.

As medidas tomadas com o PPV fazem parte do Plano Global para a Década de Ação para a Segurança no Trânsito 2011-2020, liderada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), cujo objetivo é reduzir os índices de mortes em todo o mundo. A cidade de São Paulo é uma das signatárias desta causa.

Legado à população

Para o superintende de Planejamentos e Projetos da Companhia, Ronaldo Tonobohn, a malha cicloviária é um grande legado deixado pela prefeitura aos paulistanos.

“Os usuários ganharão novas opções de mobilidade e acesso à cidade, ampliação da segurança na circulação de todos os modais, melhoria dos indicadores de saúde e expectativa de vida, que geram melhoria na qualidade de vida”, destacou.

O sistema cicloviário é parte integrante da Política de Mobilidade do Município, e busca a efetivação dos princípios da Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal 12.587, de 2012), da Política Municipal de Mudança do Clima de São Paulo (Lei Municipal 14.933, de 2009) e do Plano Diretor Estratégico (Lei Municipal 16.050, de 2014) no Município de São Paulo.

Padrão internacional de qualidade

A cidade de São Paulo segue o bom exemplo de grandes metrópoles ao redor do mundo, como Nova Iorque, Berlim e Madrid, que estão implementando alternativas efetivas com vistas à mudança da matriz energética.

Não por acaso, o projeto Ciclovia SP 400 km é um modelo reconhecido nacional e internacionalmente “por acomodar o ciclista em estruturas que são seguras para sua circulação, e que estão estruturadas a fim de compor uma abrangência em todo o território do município”, afirmou Tonobohn.

Os critérios de projeto para sinalização de circulação de bicicletas na via pública seguem as determinações técnicas que fazem parte do Manual de Sinalização Urbana elaborado pela Companhia.

“A implantação da rede cicloviária traz benefícios à mobilidade urbana, tanto na valorização e incentivo aos usos dos modos ativos (não motorizados), quanto à própria ocupação dos espaços urbanos. A bicicleta é um modo complementar à rede estrutural de transporte coletivo”, citou Suzana.

Em junho de 2014, a prefeitura aprovou o Projeto Ciclovia SP 400 km, cuja meta lançada à Secretaria Municipal de Transportes e a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), foi a implantação de 400 km de ciclovias em todas as regiões da cidade, estabelecendo conexões com outros modais de transporte, como terminais de ônibus, equipamentos públicos, escolas, praças, parques e locais de trabalho.

Dos 64,7 km de ciclovias existentes até junho de 2014, a atual gestão foi responsável pela implantação de 260 km, além dos 31,9 km de ciclorrotas. Com estes números somados, a malha cicloviária alcançou 356,8 km. Os paulistanos também contam com 120,8 km de ciclofaixas de lazer, que são ativadas aos domingos e feriados, em parceria com a Bradesco Seguros.

Aprovação dos paulistanos

A ampliação da malha cicloviária na cidade de São Paulo está gerando reflexos positivos na vida dos paulistanos. Ou seja, gradativamente as bicicletas estão se inserindo com importante meio de transporte.

Pesquisa realizada pelo Ibope em 2014 mostra que o número de usuários cresceu em torno de 50% ou 171,1 mil ciclistas. Neste ano, o patamar alcançou 261 mil paulistanos que estão usando a magrela para diferentes tipos de deslocamentos.

De acordo com o biker courier, Rafael Justo, que transita diariamente pelo trecho da Avenida Paulista, as ciclovias “protegem os cidadãos, num espaço sadio para livre circulação”.

Ciclista Aline Riera aprova a iniciativa da prefeitura / Crédito fotos Sidnei Santos
Ciclista Aline Riera aprova a iniciativa da prefeitura / Crédito fotos Sidnei Santos
Para a fotógrafa Aline Riera, as ciclovias são “mais do que necessárias” na cidade. No entanto, alerta: “cabe a Prefeitura conscientizar e educar os ciclistas para que todos respeitem as leis de trânsito”.

Mobilidade – A mudança passa pela educação

Com um público estimado de 700 pessoas por mês, o Ensino a Distância conta com a parceria do SENAC para plataforma online e conteúdo da CET.

A CET foi criada em 1976, com o objetivo de organizar o trânsito na cidade de São Paulo. A sua atuação como gestora do trânsito está baseada no tripé “educação, engenharia e fiscalização”. A Educação no Trânsito sempre fez parte dos trabalhos da CET, na procura de soluções para a circulação segura na cidade, tanto que em 1980 foi fundado o Centro de Treinamento e Educação de Trânsito – CETET, que se tornou o espaço físico oficial da CET, onde estão sediadas as ações de educação para o trânsito da companhia.

Para o secretário de transportes, Jilmar Tatto, “a educação é um dos trabalhos fundamentais da CET, por seu intermédio estamos contribuindo para a formação de cidadãos e cidadãs responsáveis e cientes da importância de como agir no trânsito, seja como pedestre, passageiro ou motorista.”

Até 2009 os educadores de trânsito da CET faziam uso apenas de recursos de educação presencial. Inserido no conceito de que o Trânsito é um espaço público, e deve abranger todos os aspectos que envolvem a convivência em sociedade, sejam questões sociais, de meio ambiente ou saúde pública, o Ensino à Distância surgiu em 2010, visando o público sem disponibilidade de horários e dificuldades de locomoção aos centros de treinamentos.

A Professora de Educação Infantil e Fundamental, Cristiane Lima Sampaio, de 37 anos, utilizou o ensino à distância proporcionado pela CET, segundo ela “a possibilidade de gerenciar os meus estudos com flexibilidade de horários e locais.” Cristiane, que realizou cursos de capacitação, diz que as Tecnologias de Informação e Comunicação estão cada vez mais acessíveis, influenciando positivamente os avanços da Educação a Distância e a democratização do acesso ao conhecimento.

Mobilidade 2 Materia
A professora Cristiane Lima Sampaio e Susana Penna - Gerente de Educação da CET, na entrega do 7° Prêmio de Educação de Trânsito  / Crédito fotos Sidnei Santos 
O Ensino a Distância oferece 10 cursos, sendo cinco voltados aos professores e técnicos principalmente de escolas públicas, três para motoristas, motociclistas e ciclistas e dois voltados ao público em geral. Com um público estimado de 700 pessoas por mês, o Ensino A Distância conta com a parceria do SENAC para plataforma online, do conteúdo disponibilizado pela CET.

O ensino é reforçado também através do Portal Educacional Interativo, com atualizações frequentes e de forma descontraída. O Portal foi criado como ambiente de apoio que abrange o tema do trânsito à todas as faixas etárias, sendo dividido em quatro partes: criança, adolescente, jovem e adulto, que tem conteúdos direcionados ao seu público que ainda podem compartilhar ideias. O site também possui uma parte direcionada aos professores que podem usar o conteúdo em sala de aula.

Segundo Josefina Kiefer, Educadora da CET, houve grandes mudanças nos meios de comunicação por meio da tecnologia e o portal busca incentivar a reflexão e a criatividade, mostrando que a educação e a segurança no trânsito podem ser transmitidas de maneira simples, através de jogos, downloads, vídeos, atividades, músicas e conteúdos relacionados à cidadania no trânsito no meio virtual.

Materia 2Segundo Josefina Kiefer, o portal busca incentivar a reflexão e a criatividade. / Crédito fotos Sidnei Santos 

“CET no seu Bairro”: programa aproximou gestão pública das ações apontadas pela comunidade

O programa atendeu até o momento 111.099 pessoas em educação de trânsito, implantou 9.942 placas de sinalização, 107.450 m² de pintura de solo, 731 novas lombadas, 42 mini rotatórias.

Semana De Mobilidade
O programa “CET no Seu Bairro” é um esforço compartilhado entre várias áreas da Administração Municipal para a realização de diversas ações numa determinada região, sempre ouvindo representantes da comunidade. O programa aproximou a gestão pública da comunidade, levando a população a opinar sobre o local onde mora e conhece, dando oportunidade de soluções rápidas para problemas cotidianos e aproximando munícipe e gestores, mudando conceitos pré estabelecidos.

E o atendimento à população tem disso o ponto forte do programa. Nas nove fases de 2014, foram implantadas 9.942 placas de sinalização, 107.450 m² de pintura de solo, 731 novas lombadas, 42 mini rotatórias, além de 111.099 pessoas atendidas em educação de trânsito. Tudo com participação com a população e integração com as comunidades. “O programa vem cumprindo um papel fundamental que é o de atender antigas demandas nas regiões mais afastadas do centro, assim estamos contribuindo tanto para a educação no quanto na segurança do trânsito”, afirma o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto.

Para Eliene Gomes Maciel, moradora de Americanópolis, o “CET no seu Bairro” deixou mais prático o contato com a Administração Pública. “Um problema de pintura de faixas na Rua Professor Nelson de Senna foi consertado em uma semana”, elogiou a moradora.

Além de cuidar da mobilidade do bairro e tratá-la com projetos de sinalização e engenharia viárias, o “CET no Seu Bairro” teve na Educação de Trânsito outra frente de atuação importante. As iniciativas nessa área ocorrem em escolas selecionadas considerando-se o histórico de acidentes próximos às mesmas e em algumas instituições a exemplo de associações e UBS. Elas recebem intervenções educativas gratuitas de teatro, bate papo com o marronzinho em sala de aula, caminhadas da cidadania, palestras, etc.

CET NO SEU BAIRRO 01
CET NO SEU BAIRRO 02
CET NO SEU BAIRRO 03O Prefeito Fernando Haddad e o Secretário de Transportes Jilmar Tatto, acompanham o Programa CET no seu Bairro.

Estruturação do Programa
  • As primeiras duas semanas do mês eram dedicadas ao planejamento das ações previstas, levantamento de informações que a CET já possuísse sobre a região e das necessidades em campo, a partir da oitiva feita por assessores comunitários da CET com a população e lideranças locais;
  • A terceira semana do mês era marcada pela realização dos serviços de sinalização propostos, promoção de ações gratuitas de educação de trânsito e, ainda, pela continuidade do levantamento das necessidades em campo, agora a partir de uma base móvel de apoio (um micro-ônibus) estacionada num ponto estratégico do bairro para receber e cadastrar os pedidos dos munícipes;
  • Na quarta semana do mês, a base móvel dava lugar a vistorias de técnicos, gestores, engenheiros e arquitetos da CET para avaliar as implantações e planejar os ajustes no que fossem necessário, além de continuidade das implantações.
Em 2015, outras 14 regiões receberam o programa: sete em março (Vila Nova Galvão/Jardim Hebron, Vila Joaniza, Parque Ipê/Jardim Catanduva/Parque Arariba, Jardim das Imbuias, Jardim Danfer, Jardim Colonial e Jardim Elisa Maria) e sete em abril (Jardim Guancã, Vila Clarice/Jardim Regina, Jardim João XXIII/Jardim Arpoador, Jardim Casa Blanca, Vila Água Funda, Jardim Sinhá e Cidade Tiradentes). Entre outras coisas, foram implantadas mais 1.504 placas de sinalização, 13.966 m² de pintura de solo, 85 novas lombadas, 2 mini rotatórias e 19.556 pessoas atendidas em educação de trânsito.

“Prefeitura no Bairro”, um passo além

Com o lançamento em março de 2015 do projeto “Prefeitura no Bairro” pela Prefeitura de São Paulo, combinando ações de zeladoria e serviços como políticas públicas das várias áreas de governo, a partir de maio o programa “CET no seu Bairro” foi englobado por ele, sendo mantidas as ações do programa nas regiões indicadas pela prefeitura. O Grajaú foi o bairro escolhido para receber a primeira ação.

Para Antônio Carlos Gambarini, gerente de Relacionamento com o Munícipe da CET, “o Programa CET no seu Bairro é importante levar as ações à periferia. Isso melhora a visão das pessoas em relação à companhia. Deixa as comunidade mais próximas da gente. Os técnicos veem os problemas juntamente com a população”

Com a participação popular o “CET no seu Bairro” e o “Prefeitura no Bairro” se tornaram êxitos na gestão pública, levando a comunidade a opinar sobre o local onde mora e conhece, dando oportunidade de soluções rápidas para problemas cotidianos e aproximando munícipe e gestores, mudando conceitos pré estabelecidos.

CET NO SEU BAIRRO 04Gambarini (ao centro): “O programa deixou a comunidade mais próxima da CET”

Lançado em 17 de fevereiro de 2014, o programa teve nove etapas em seu primeiro ano, atendendo 63 regiões.

Etapa
Região
1
Vila Ede
Jardim Myrna
João XXIII/Jardim Educandário
Monte Alegre/Capão Redondo
Vila Mara
Mascarenhas de Moraes
Vila Zath
2
Parque Novo Mundo
Vargem Grande
Jardim Macedônia
Jardim Ibirapuera
José Bonifácio
Parque São Rafael
Vila Brasilândia
3
Jardim Peri/ Vila Amália/ Vila Dionísia
Parelheiros
Jardim D'Abril/Jardim Boa Vista/Cohab Raposo Tavares/Cohab Munck/Jardim do Lago
Vila Remo
Vila Paranaguá/ Parque Boturussu
Vila Carmosina
Vila Jaguara
4
Vila Gustavo/Parque Vitória
Pedreira
Jardim Maria Sampaio/Jardim Mitsutani
Jardim Iporanga
Lajeado
Jardim IV Centenário
Perus/Recanto dos Humildes
5
Lauzane Paulista/Parque Mandaqui/Mandaqui
Vila Natal/ Jardim São Bernardo
Jardim Dracena/Jardim Guarau/Jardim Rosa Maria/Jardim Jaqueline
Jardim São Luís/Monte Azul
Guaianazes
Jardim Panorama
Jardim Santa Mônica/Vista Verde
6
Furnas
Jardim Patente
Parque Fernanda/Jardim Irapiranga/Jardim Amália/Jardim das Rosas
Jardim Copacabana/Jardim Kagohara/Vila Nagib/Vila Santa Lúcia
Vila Rosário
Jardim Santo Eduardo
Taipas
7
Vila Nova Cachoeirinha/Casa Verde Alta/Mandaqui
Canal da Cocaia
Jardim Ester/Jardim Maria Luiza
Jardim Maracá
Jardim das Oliveiras
Jardim Elba/Jardim Planalto
Jardim Santo Elias/Parque São Domingos
8
Jardim Brasil/Terminal de Cargas
Vila Campestre
Jardim Aurélio/Jardim Ipê/Parque Sonia/Jardim Rosana
Jardim Clíper
Jardim São Paulo
Cidade Líder
Jardim Britânia/Morro Doce
9
Vila Santista/Casa Verde Média e Baixa
Castro Alves
Vila Dalva/Rio Pequeno
Chácara Santa Maria
Jardim Romano
Parque São Lourenço/Cidade Satélite
Vila Bonilha/Vila Pereira Barreto

CET implanta redução de velocidade máxima em mais 3 vias na cidade


A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) implantará a partir da próxima quarta-feira (30/09) a redução de velocidade máxima para 50 Km/h em 3 vias da capital. As alterações acontecerão na Avenida Washington Luís, Avenida Vitor Manzini e Ponte do Socorro. Atualmente, a velocidade permitida nesse trajeto é de até 60 km/h.

A medida está inserida no plano de redução de acidentes viários do Programa de Proteção à Vida. Serão instaladas faixas e painéis informativos para orientar os motoristas sobre as mudanças e utilizadas 15 placas de sinalização vertical.

O Programa de Proteção à Vida foi iniciado em 2013, no começo da atual gestão, e busca a redução de acidentes e atropelamentos na cidade ampliando uma série de ações para segurança de todos os agentes do trânsito, especialmente os pedestres. A iniciativa inclui várias frentes como o CET no Seu Bairro, a implantação de Áreas 40, da Frente Segura (bolsões de parada junto aos semáforos para motociclistas e bicicletas), das faixas de pedestres diagonais em cruzamentos de grande movimento e da redução de velocidade máxima para o padrão de 50 km/h nas vias arteriais. Também foram revitalizados os semáforos de 4.537 cruzamentos na cidade. Com isso, pretende-se melhorar a segurança dos usuários do sistema viário, buscando a convivência pacífica entre todos.

Alterações no Sistema Viário

Avenida Washington Luís
Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h entre a Avenida Interlagos e a Avenida Vitor Manzini (trecho com 2,2 km de extensão).

Avenida Vitor Manzini
Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h entre a Avenida Washington Luís e a Ponte do Socorro (trecho com 1,4 km de extensão).

Ponte do Socorro
Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h entre a Avenida Vitor Manzini e a Avenida Guarapiranga (trecho com 0,2 km de extensão).

Com esta implantação, a Ligação Guarapiranga/Eixo Norte-Sul terá sua velocidade máxima regulamenta em 50 km/h na totalidade.

A Engenharia de Campo da CET vai acompanhar o desempenho da nova medida e intensificar o monitoramento do trânsito nessas regiões.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

CET implanta redução de velocidade máxima em mais 2 vias

Logotipo Programa de Proteção à Vida (PPV)
Trajetos na Área Central e na Zona Sul terão limite reduzido de 60 km/h para 50 km/h a partir da próxima sexta-feira (25/09)

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) implantará a partir da próxima sexta-feira (25/09) a redução de velocidade máxima para 50 Km/h em 2 vias da capital. As alterações acontecerão na Avenida do Estado e na Avenida Atlântica. Atualmente, a velocidade permitida nesses trajetos é de até 60 km/h.

A medida está inserida no plano de redução de acidentes viários do Programa de Proteção à Vida. Serão instaladas faixas e painéis informativos para orientar os motoristas sobre as mudanças e utilizadas 156 placas de sinalização vertical.

O Programa de Proteção à Vida foi iniciado em 2013, no começo da atual gestão, e busca a redução de acidentes e atropelamentos na cidade ampliando uma série de ações para segurança de todos os agentes do trânsito, especialmente os pedestres. A iniciativa inclui várias frentes como o CET no Seu Bairro, a implantação de Áreas 40, da Frente Segura (bolsões de parada junto aos semáforos para motociclistas e bicicletas), das faixas de pedestres diagonais em cruzamentos de grande movimento e da redução de velocidade máxima para o padrão de 50 km/h nas vias arteriais. Também foram revitalizados os semáforos de 4.537 cruzamentos na cidade. Com isso, pretende-se melhorar a segurança dos usuários do sistema viário, buscando a convivência pacífica entre todos.

Alterações no Sistema Viário

Avenida do Estado - Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h entre a Avenida Presidente Castelo Branco e o Viaduto Grande São Paulo (trecho com 10,3 km de extensão).

Com esta implantação, o eixo viário formado pelas avenidas Doutor Francisco Mesquita, Professor Luís Ignácio de Anhaia Melo e do Estado terá sua velocidade máxima regulamenta em 50 km/h na totalidade.

Avenida Atlântica - Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h entre o Largo do Socorro e a Praça Peró Rodrigues (Toda extensão – 6,7 km).

A exceção fica por conta das aproximações de lombadas, onde a velocidade continua regulamentada em 30 km/h.

A Engenharia de Campo da CET vai acompanhar o desempenho da nova medida e intensificar o monitoramento do trânsito nessas regiões.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Audiência pública no vão livre do MASP debate abertura da Avenida Paulista para pedestres e ciclistas

Duzentas pessoas colaboraram com sugestões para o programa “Rua Aberta”; estudos da CET aprovam liberação da via aos domingos.

Na Semana de Mobilidade 2015, o vão livre do MASP foi palco de audiência pública, que recebeu a população, agentes de movimentos sociais e representantes do poder público para discutir a possibilidade de abertura da Avenida Paulista para pedestres e ciclistas aos domingos. Segundo a Guarda Civil Municipal, 200 pessoas estiveram presentes no encontro.


Foi a primeira audiência pública, de um total de 32, que serão realizadas até o dia 13 de outubro em todas as regiões da cidade. Cidadãos e representantes do poder público estão discutindo ações voltadas para implementação do programa “Rua Aberta”, voltado à abertura de ruas e avenidas para atividades artísticas, esportivas, gastronômicas e culturais, aos domingos e feriados.

“A Avenida Paulista é um espaço de lazer e diversão dos paulistanos e mesmo daqueles que vem de outras regiões. Ao abrir para uso de pedestres e ciclistas estamos reordenando o uso do espaço público com foco na mobilidade urbana sustentável”, destacou o secretário municipal de transportes, Jilmar Tatto, que participou da audiência.

Para o coordenador de Subprefeituras, Luiz Antônio de Medeiros, que coordenou os trabalhos, o programa deve ser debatido de forma conjunta em todas as regiões da cidade, seguindo orientação do Ministério Público. “O momento é oportuno para que os diferentes agentes sociais colaborem com sugestões, ampliando as áreas de lazer na cidade”.

Também participaram da mesa o secretário de Cultura, Nabil Bonduki, o secretário adjunto da Secretaria Municipal de Esportes, Walid Mahmud Said Shuqair, e o subprefeito da Sé, Alcides Amazonas.

Audiência pública discute abertura da Avenida Paulista aos domingos
Audiência pública discute abertura da Avenida Paulista aos domingos

Participação

Na audiência pública diferentes correntes de pensamentos se posicionaram sobre o projeto de abertura da Paulista aos domingos.

Para a ativista do SampaPé, Ana Carolina, a cidade de São Paulo continua refém do uso do asfalto pelo motorizado. Por isso, “a prefeitura acerta quando desenvolve política pública voltada ao lazer dos paulistanos”. E completa: “São Paulo é um lugar no qual todos devem conviver de forma humana e pacífica”.

Ativista da ONG Sampa a pé, Ana Carolina, apoia a iniciativa do poder público
Ativista da ONG Sampa a pé, Ana Carolina, apoia a iniciativa do poder público

O morador Walter Tom, por sua vez, entende que o direito de ir de vir precisa ser respeitado, pois a Avenida Paulista recebe um fluxo elevado de veículos, mesmo aos finais de semana. “Tenho que sair e entrar em minha casa com conforto e tranquilidade, na hora em que jugar conveniente”.

Morador Valter Tom é contra a abertura da via aos domingos
Morador Valter Tom é contra a abertura da via aos domingos

As considerações trazidas na audiência vão ajudar no conjunto de ações voltadas à implementação do projeto.

CET aponta possibilidade de abertura

Estudos realizados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), nos dias 28/06 e 23/08, respectivamente, mostraram que a Avenida Paulista pode ser aberta aos pedestres e ciclistas aos domingos, das 9h00 às 17h00, sem prejuízo ao trânsito e aos estabelecimentos e residências existentes na região.

Para viabilizar este projeto, a Companhia pode operacionalizar rotas alternativas para veículos pelas Avenida Nove de Julho, Rua da Consolação, 23 de Maio, Avenida Brigadeiro Luís Antônio, Rua Treze de Maio, com possibilidade de desvio pela Rua Augusta.

Para esta operação será implementada sinalização especial para entrada e saída de estabelecimentos nas alturas dos Hospital Santa Catarina, Hoteis Ibis e Meliá, além do Club Homs. Os acessos às residências se darão pelas Ruas São Carlos do Pinhal (sentido Consolação) e Alameda Santos (sentido Paraíso). Haverão autorizações especiais par carga/descarga de caminhões.

Secretário Jilmar Tatto apresenta projeto em audiência
Secretário Jilmar Tatto apresenta projeto em audiência

O secretário Tatto observou que a proposta de liberação da via deve ser amplamente debatida pelos diferentes agentes sociais envolvidos até que haja consenso para o benefícios dos cidadãos.

Trabalho conjunto

O encontro foi promovido pela Prefeitura Municipal com intermédio das secretarias municipais de Coordenação das Subprefeituras, Transportes, Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo, Cultura, Segurança Urbana, Esportes, além da CET e Agência São Paulo de Desenvolvimento.

Colaboraram na pauta de debates movimentos e organizações como Paulista Aberta, Minha Sampa, Sampapé, Ciclovida, Cidade Ativa, Ciclocidade, Acupuntura Urbana, Greenpeace, Cidade para Pessoas, Pedal Verde, Bike é Legal, ITDP Brasil, Vá de Bike, Instituto Aromeiazero, Transporte Ativo, Cidadeapé, Catraca Livre, Instituto Mobilidade Verde, Laboratório da Cidade, Rede Nossa São Paulo, Rede OCARA, Virada Sustentável, Corrida Amiga e Pé de Igualdade.

Pesquisa inédita traça o perfil do usuário de bicicleta na cidade de São Paulo

Desde o início desta gestão, a cidade de São Paulo tem sido convidada a redescobrir novos meios de locomoção, novos modais de deslocamento, que não o carro. Com a implantação de faixas exclusivas de ônibus e o aumento da malha cicloviária, a prefeitura tem dado alternativas para a população fazer suas viagens de forma mais rápida e econômica.



Com 260,2 quilômetros de ciclovias inaugurados nestas gestão, dos quais 64,7 km já existiam na gestão passada e 31,9 de ciclorrotas, totalizando 356,8 km da malha cicloviária, uma grande parte dos paulistanos já redescobriu a bicicleta, fazendo dela seu principal meio de transporte. Falta a cidade descobrir quem são estas pessoas.

A Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo – Ciclocidade apresentou ontem (21), véspera do Dia Mundial Sem Carro, os resultados de uma pesquisa inédita sobre o “Perfil de quem usa bicicleta na cidade de São Paulo”. A Ciclocidade é uma associação sem fins lucrativos, que busca contribuir para a construção de uma cidade mais sustentável, promovendo a mobilidade e o uso da bicicleta como instrumento de transformação.

O secretário Municipal de Transportes, Jilmar Tatto, participou do evento e parabenizou a equipe pela realização da pesquisa: “Foi um trabalho importante para o acompanhamento da evolução do uso da bicicleta na cidade. É necessário que seja feita periodicamente em comparação com a expansão da rede cicloviária. O desafio maior ainda é a expansão da rede”, disse o secretário.

Para Susana Nunes Penna, Gerente de Educação de Trânsito da Companhia de Engenharia de Tráfego – CET, o trabalho do Ciclocidade é muito produtivo: “Trabalhamos juntos elaborando o Plano de Mobilidade de forma participativa. Hoje, esperamos que 400 quilômetros de ciclovias seja só o começo.”

A pesquisa sobre o perfil dos ciclista paulistano foi realizada entre os dias 10 e 28 de agosto em todas as regiões da cidade. Preenchidos 1804 formulários, chegou-se a um perfil do usuários de bicicletas com dados interessantes:

- A maiorias dos usuários de bikes têm entre 25 e 34 anos;

- 86% são homens;

- 42,1% têm ensino médio completo;

- 40% usam a bicicleta como meio de transporte 5 vezes por semana;

- 62% fazem viagens com mais de 5 quilômetros;

- 71,4% não combinam a bicicleta com outros modais; isto é, utilizam somente a bike no trajeto.