sexta-feira, 31 de julho de 2015

CET implanta Operação Escola - 2º Semestre 2015


Operadores de Trânsito da CET e funcionários treinados de diversas escolas promovem ações para propiciar segurança, acessibilidade e melhor fluidez do trânsito na volta às aulas

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) inicia, na segunda-feira, dia 03 de agosto, a Operação Escola - 2º Semestre 2015 nas proximidades de 103 escolas, sendo 40 escolas da rede municipal, 23 estaduais e 40 particulares. O objetivo dessa operação é desenvolver ações educativas e operacionais, orientando, ordenando e fiscalizando o trânsito nas proximidades das escolas cujo tráfego intenso tem potencial para causar reflexos negativos ao sistema viário.

A operação conta com Operadores de Trânsito da CET, além de funcionários de escolas devidamente treinados, visa disciplinar o embarque e desembarque de alunos e propiciar segurança na travessia de pedestres. Filas duplas e estacionamentos irregulares são considerados alguns dos principais problemas que causam reflexos negativos no trânsito e, portanto, deverão ser coibidos. Desta forma, a operação intensificará a fiscalização de estacionamentos irregulares e os ajustes semafóricos, visando diminuir o impacto gerado no tráfego pelo acréscimo de viagens realizadas com o fim das férias.

Com relação às ações educativas implementadas pela Companhia, além das ações de orientação de trânsito desenvolvida pelos agentes operacionais, a CET está implementando também ações educativas de trânsito através do Programa “Operador nas Escolas” e atividades de mímicos.

O Programa “Operador nas Escolas” tem por objetivo disseminar a ação educativa da CET por meio de agentes multiplicadores, e oferecer ao operador a oportunidade de executar a sua função de orientador e educador, aproximando-o do público infanto-juvenil. Ao longo do mês de fevereiro, escolas receberão a atividade gratuita “Bate Papo sobre Trânsito” oferecido pelo agente da Companhia aos alunos. A conversa educativa dura cerca de 50 minutos (o tempo de uma aula), passando por temas como o papel da CET, do operador e da educação de trânsito; circulação e travessia segura, incluindo nesse contexto o risco do uso de fone de ouvido; como funcionam os semáforos e escolhas sustentáveis de transporte, dentre outros.

 O projeto “Operador na Escola” foi criado para disseminar o Programa de Proteção ao Pedestre para as crianças e tem como público-alvo os estudantes do 5º. Ano do Ensino Fundamental, pois os alunos dessa série - com faixa etária em torno de 10 anos de idade - já começam a ganhar mais autonomia em relação  a sua própria circulação, necessitando, portanto, de mais informações sobre comportamento adequado no trânsito. Além disso, o programa também cria em cada aluno um agente multiplicador junto à comunidade.

Já a atividade dos mímicos procura conscientizar a população de forma divertida e bem humorada da importância do respeito às leis de trânsito, divulgando regras básicas de circulação, travessia e sinalização, trabalhando questões de cidadania.

Clique aqui para mais informações sobre a Operação, locais das Atividades com Mímicos e Relação de Escolas onde haverá intensificação da operação de trânsito.


quinta-feira, 30 de julho de 2015

Programa de Proteção à Vida - CET implanta redução de velocidade no Eixo São João / Olímpio da Silveira / Amaral Gurgel


A Companhia de Engenharia de Tráfego implantará a partir desta segunda-feira (03/08) redução de velocidade no Eixo São João / Olímpio da Silveira / Amaral Gurgel, no Centro, onde será regulamentada a velocidade máxima de 50 km/h. Atualmente, a velocidade permitida é de 60 km/h. A medida está inserida no plano de redução de acidentes viários do “Programa de Proteção à Vida”. Com isso, pretende-se melhorar a segurança dos usuários mais vulneráveis do sistema viário, pedestres e ciclistas, buscando a convivência pacífica e a redução de acidentes e atropelamentos na área.

Alterações no Sistema Viário

• Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h na Avenida São João, ambos os sentidos, no trecho entre as avenidas Duque de Caxias e Angélica (900 metros).

• Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h na Avenida General Olímpio da Silveira, ambos os sentidos, toda extensão (1.100 metros).

• Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h na Rua Amaral Gurgel, ambos os sentidos, toda extensão (700 metros).

A medida se faz necessária vista que a referida via possui tráfego intenso e grande volume de pedestres. No trecho onde a alteração será adotada, entre janeiro de 2013 e dezembro de 2014, aconteceram 60 acidentes veiculares com vítimas e 43 atropelamentos, resultando em 111 pessoas feridas e duas mortes. Desta forma, velocidades menores são necessárias para promover condições seguras e confortáveis de circulação aos pedestres  que ainda representam o maior número de vítimas no trânsito em São Paulo.

Para esta implantação de redução de velocidade serão utilizadas 36 novas placas de sinalização vertical de regulamentação e advertência, além de quatro faixas de vinil alertando os motoristas quanto à mudança.

A Engenharia de Campo da CET vai acompanhar o desempenho da nova medida e orientar o tráfego na região.

Programa de Proteção à Vida - CET implanta redução de velocidade na Avenida Aricanduva

A Companhia de Engenharia de Tráfego implantará a partir desta segunda-feira (03/08) redução de velocidade na Avenida Aricanduva e no Elevado Engenheiro Alberto Badra, na Zona Leste, onde será regulamentada a velocidade máxima de 50 km/h. Atualmente, a velocidade permitida é de 60 km/h. A medida está inserida no plano de redução de acidentes viários do “Programa de Proteção à Vida”. Com isso, pretende-se melhorar a segurança dos usuários mais vulneráveis do sistema viário, pedestres e ciclistas, buscando a convivência pacífica e a redução de acidentes e atropelamentos na área.


Alterações no Sistema Viário

  • Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h na Avenida Aricanduva e no Elevado Engenheiro Alberto Badra, em ambos os sentidos, toda extensão (13,4 km).

A medida se faz necessária vista que a referida via possui tráfego intenso e grande volume de pedestres. Na Avenida Aricanduva, entre janeiro de 2011 e dezembro de 2014, aconteceram 828 acidentes veiculares com vítimas e 132 atropelamentos, resultando em 1286 pessoas feridas e 45 mortes.
Desta forma, velocidades menores são necessárias para promover condições seguras e confortáveis de circulação aos pedestres  que ainda representam o maior número de vítimas no trânsito em São Paulo.

Para implantação da redução de velocidade na Avenida Jacu-Pêssego serão utilizadas 246 novas placas de sinalização vertical de regulamentação e advertência, além de nove faixas de vinil e 10 banners nos principais acessos, alertando os motoristas quanto à mudança.

A Engenharia de Campo da CET vai acompanhar o desempenho da nova medida e orientar o tráfego na região.

PPV - Redução de velocidade na Avenida Aricanduva

Programa de Proteção à Vida - CET implanta redução de velocidade na Avenida Jacu-Pêssego

A Companhia de Engenharia de Tráfego implantará a partir desta segunda-feira (03/08) redução de velocidade na Avenida Jacu-Pêssego, na Zona Leste, onde será regulamentada a velocidade máxima de 50 km/h. Atualmente, a velocidade permitida é de 60 e 70 km/h. A medida está inserida no plano de redução de acidentes viários do “Programa de Proteção à Vida”. Com isso, pretende-se melhorar a segurança dos usuários mais vulneráveis do sistema viário, pedestres e ciclistas, buscando a convivência pacífica e a redução de acidentes e atropelamentos na área.

PPV - Avenida Jacu-Pêssego




Alterações no Sistema Viário

    • Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h na Avenida Jacu-Pêssego, em ambos os sentidos,  toda extensão (20 km), exceto no trecho entre as ruas Adriano Bertozzi e Zituo Karasawa, onde existem dispositivos redutores de velocidade e permanece a velocidade de 30 km/h.

A medida se faz necessária vista que a referida via possui tráfego intenso e grande volume de pedestres. Na Avenida Jacu-Pêssego, entre janeiro de 2011 e dezembro de 2014, aconteceram 474 acidentes veiculares com vítimas e 100 atropelamentos, resultando em 780 pessoas feridas e 72 mortes.
Desta forma, velocidades menores são necessárias para promover condições seguras e confortáveis de circulação aos pedestres  que ainda representam o maior número de vítimas no trânsito em São Paulo.

Para implantação da redução de velocidade na Avenida Jacu-Pêssego serão utilizadas 164 novas placas de sinalização vertical de regulamentação e advertência, além de quatro faixas de vinil e 34 banners nos principais acessos, alertando os motoristas quanto à mudança.

A Engenharia de Campo da CET vai acompanhar o desempenho da nova medida e orientar o tráfego na região.

Ciclovia da Rua dos Patriotas com 2,2 km entrou em funcionamento na quarta-feira (29)

No futuro a ciclovia vai conectar o Museu do Ipiranga e o Parque da Independência com as regiões do Ipiranga, Vila Mariana e Vila Prudente

Desde quarta-feira (29), a cidade passa a contar com 351,9 km de vias destinadas aos ciclistas. A CET entregou novo trecho de ciclovia com 2,2 km de extensão, na Rua dos Patriotas, região da Ipiranga, Zona Sul. No futuro fará conexão com a região da Vila Mariana, pelas ciclovias Nazaré e Coronel Diogo.

Do total da malha cicloviária existente na cidade, foram inaugurados 255,3 km, desde junho de 2014. Antes, São Paulo possuía 64,7 km de ciclovias e 31,9 km de rotas.

“Ultrapassamos os trezentos quilômetros de ciclovias na cidade, estamos ampliando as conexões para que os ciclistas tenham mais opções de deslocamentos”, afirma o secretário municipal de transportes, Jilmar Tatto.

O percurso da ciclovia será bidirecional, ao lado da calçada. O trajeto está sinalizado sobre o leito carroçável. Na demarcação estão sendo usados, aproximadamente 5.800 m² de sinalização horizontal; 203 placas de trânsito de regulamentação e de advertência, 880 tachas e tachões, 124 balizadores e 10 paraciclos.

Ciclovia da Rua dos Patriotas

A ciclovia segue o seguinte trajeto:
  • Rua dos Patriotas, entre as avenidas do Estado e Nazaré;
  • Rua Engenheiro Ranulfo Pereira de Lima, entre a Avenida Nazaré e Rua Do Piquete;
  • Rua do Piquete, entre as ruas Engenheiro Ranulfo P. de Lima e Mont’Alverne;
  • Rua Mont’Alverne, entre as ruas do Piquete e da Imprensa.
Haverá travessia com semáforo para ciclistas nos seguintes locais:
  • Rua do Piquete X Rua Mont’Alverne;
  • Rua São Silvino X Rua Padre Senepa;
  • Rua Peaçaba X Rua Engenheiro Ranulfo Pinheiro de Lima;
  • Rua Paulo Bregaro X Rua Engenheiro Ranulfo P. de Lima;
  • Rua dos Patriotas X Avenida Nazaré, Rua Bom Pastor, Rua Costa Aguiar, Rua Cipriano, Barata, Rua Agostinho Gomes, Rua Lino Coutinho, Rua Silva Bueno e Rua do Manifesto.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Os bastidores da travessia de uma carga superdimensionada


Escoltar cargas superdimensionadas ou indivisíveis exige, devido à complexidade da operação, mais atenção e paciência (determinados veículos, nesta categoria, podem atingir o comprimento equivalente a um campo de futebol, portanto, seu deslocamento é lento: andam, em média, a 40 km/h em terrenos planos e de 5 a 10 km/h numa subida), requer muito do chamado espírito de equipe e até um certo jogo de cintura.
Tensão e adrenalina se misturam a emoções como alívio e satisfação pelo dever cumprido, atraindo o operador de trânsito IV, José Carlos da Silva, 50 anos de idade, 20 de CET, lotado no Departamento de Transportes Especiais - DTE, ligado à Superintendência de Suporte à Fiscalização – SSF.
“Somos a área especializada em acompanhar a travessia de cargas superdimensionadas e produtos perigosos que passam quase todas as noites por São Paulo enquanto a maioria dos cidadãos dorme”, explica. À frente do DTE está o engenheiro Antônio Tadeu Prestes de Oliveira (Toni), responsável por uma equipe de 33 operadores de trânsito. Das 22h00 às 6h00, eles têm muito a fazer pela segurança no deslocamento de cargas gigantes.



Operação logística conjunta
Além da CET, a operação complexa envolve a Eletropaulo, concessionárias de telefonia, rede de trólebus e TV a cabo. “Na hora H, montamos bloqueios, invertemos provisoriamente o sentido de avenidas e pontes, remanejamos placas de orientação, fios e colunas semafóricas. Tudo para permitir a passagem da carga sem danificar o patrimônio público”, conta o Engº Toni.
Em 2015, o DTE já acompanhou pelo menos cinco carretas de 32 eixos pesando mais de 500 toneladas. Em média, a cada operação, a CET utiliza cinco operadores e duas equipes de sinalização, com um custo médio ao transportador de R$ 4.000,00. No ano passado, foram feitos 731 acompanhamentos ou duas carretas superdimensionadas circulando dentro da cidade, todas as noites.

E quando ocorre o inesperado? Acidentes acontecem.
Mesmo com tanto cuidado e planejamento, acidentes acontecem. O operador José Carlos acompanhava, em 26 de maio, um conjunto transportador carregado com um transformador medindo 103,5 metros de comprimento, 6,4 metros de largura, 5,6 metros de altura e com 565 toneladas, quando a carreta quebrou na Av. Cupecê, a 150 metros antes da divisa com Diadema (destino final da escolta para a CET).
Por volta das 4 horas da manhã, houve o inesperado: “Quando a carga se soltou da unidade tratora, ouvi estouros no poste e a luz foi cortada na avenida. Só pensava em como desviar o trânsito que iria se formar no pico da manhã. Imediatamente, informei a Central de Operações, solicitei a presença do gestor da área para planejarmos e ativarmos os desvios necessários, mantive contato com a transportadora para agilizar a remoção, pedi acionamento de órgãos de apoio como SPTrans, Defesa Civil, Subprefeitura e quem mais fosse preciso e, claro, também me comuniquei com o meu chefe.”
“As pessoas pensam, equivocadamente, que a demora é culpa nossa. Mas, cabe à empresa transportadora oferecer equipamentos, peças e acessórios para a remoção do veículo que ocupa a via”, defende Toni.
O QTA se deu às 21 horas daquela mesma terça-feira. O QRU da Cupecê foi atendido por 60 agentes da CET, ao todo.

Números da Central de Operações
Balanço do DOP/GCO revela a comunicação à Central de Operações de 160 ocorrências sob o código 208 entre janeiro e maio deste ano contra 214 registros no mesmo período de 2014. Já os acidentes (código 308) somaram sete de janeiro a maio de 2015 contra oito em igual período do ano passado.




Cargas acompanhadas: transformadores, rotores, barcos, avião, girafas... girafas?!

Em entrevista, o Engº Toni relembra as travessias mais complexas e, por isso mesmo, memoráveis já monitoradas pela sua equipe.

Repórter: De início, que tipo de carga a CET acompanha?
Toni: Aquelas que requerem o trabalho da operação em campo, como transformadores, pequenos aviões, carros alegóricos, barcos, etc. Às vezes, é preciso andar pela contramão, passar sobre uma ponte. Aí nós entramos. 

Repórter: Não há risco de um transformador pesado provocar a queda de uma ponte? 
Toni: Os riscos são estudados. Há itinerários pré-estabelecidos para diferentes tipos de cargas. As pontes em São Paulo suportam até 15 toneladas por eixo. O que exceder é acompanhado por instrumentação, avaliação topográfica, com laudo de engenheiro e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica). 

Repórter: Não há outro jeito de essas cargas superdimensionadas não passarem por dentro da cidade? O Rodoanel não ajuda?
Toni: O Rodoanel ajuda, sem dúvida. Contudo, no trecho Sul dele, sabia que existe uma ponte em reforma sem previsão de liberação sobre a Represa Billings que suporta somente até 200 toneladas? E há cargas indivisíveis mais pesadas do que isso. São Paulo é o polo industrial econômico mais importante do país, é a economia em movimento na travessia de cargas.

Repórter: Você se lembra de alguma(s) mais estranhas que já contaram com o monitoramento da CET?
Toni: Uma vez, a carreta que levava uma aeronave ficou mais tempo na Marginal Tietê, e as pessoas perguntavam como um avião havia pousado ali. Na verdade, não houve pouso nem queda; acabara de ser comprada e estava sendo transportada, apenas isso. Já acompanhamos, também, a travessia dos rotores usados na construção da Usina de Itaipu e de enormes pás eólicas. Sobre os carros alegóricos, hoje o percurso ficou mais fácil porque algumas partes são montadas só na hora do desfile, já no sambódromo. Mas, quer saber a carga mais curiosa? Não foi nem uma, mas duas girafas.

Repórter: Girafas?! 
Toni: Sim, a primeira acompanhada foi em 2004, para Araraquara. A última, de 2008, ia acasalar no RJ. Sabia que uma girafa não pode ir deitada no caminhão? Se ela dobrasse o pescoço, poderia até morrer. Na carroceria, reproduzimos o habitat numa versão menor, com comida, pro animal ir se acostumando. Mas, ele não queria colaborar muito com a gente. Programávamos de partir numa noite, porém a girafa não entrava de jeito nenhum! Orientados pelos veterinários do Zoológico daqui, esperamos o tempo dela. Numa noite, entrou no caminhão, não saiu. Finalmente, partimos até o acesso à Dutra. No fim, deu tudo certo. A viagem foi inteira de pé.

Saiba mais sobre a legislação e regulamentação de cargas indivisíveis
 
Pela legislação vigente (Resolução 210/06 do Contran), veículos que transportam carga superdimensionada são todos com ao menos uma dessas características: mais de 4,4 metros de altura, largura superior a 2,6 metros, peso superior a 45 toneladas, comprimento excedente a 18,4 metros. Para transitar pelo município de São Paulo, devem portar uma Autorização Especial de Trânsito – AET. Por dia, o DTE emite em média 70 AETs (média diária de 2015). Em 2014, foram emitidas 13.857 autorizações dessa natureza. 



Quem descumpre as regras está passível de autuações registradas em fiscalizações diárias feitas pelos 33 operadores do DTE. 


        Os principais enquadramentos dispostos nessas incursões são estes:


Reportagem escrita por: Tatiane Miashiro, jornalista na CET São Paulo – MTB 33.274.



segunda-feira, 27 de julho de 2015

CET implanta redução de velocidade na Estrada de Itapecerica

A ação visa aumentar a segurança para usuários e incentivar o melhor compartilhamento do espaço urbano

A Companhia de Engenharia de Tráfego implantou, a partir desta segunda-feira (27/07), redução de velocidade na Estrada de Itapecerica, na Zona Sul, onde será regulamentada a velocidade máxima de 50 km/h. Anteriormente, a velocidade permitida era de até 60 km/h. A medida está inserida no plano de redução de acidentes viários do “Programa de Proteção à Vida”. Com isso, pretende-se melhorar a segurança dos usuários mais vulneráveis do sistema viário, pedestres e ciclistas, buscando a convivência pacífica e a redução de acidentes e atropelamentos na área.

Alterações no Sistema Viário
  • Regulamentação de velocidade máxima de 50 km/h na Estrada de Itapecerica, em um trecho de 5,5 quilômetros entre as avenidas Giovanni Gronchi e Dom Rodrigo Sanches.
A medida se faz necessária, pois a referida via possui tráfego intenso e grande volume de pedestres. Desta forma, velocidades menores são necessárias para promover condições seguras e confortáveis de circulação a tais usuários, que ainda representam o maior número de vítimas no trânsito em São Paulo.

Para implantação da redução de velocidade na Estrada de Itapecerica foram utilizadas 93 novas placas de sinalização vertical de regulamentação e advertência, além de sete faixas de vinil e oito banners nos principais acessos, alertando os motoristas quanto à mudança.

A Engenharia de Campo da CET vai acompanhar o desempenho da nova medida e orientar o tráfego na região.

Dá Licença para o Ônibus - Avenida Mateo Bei tem novo horário de circulação na faixa exclusiva, desde segunda-feira (27)

A Secretária Municipal de Transportes, por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego – CET informa que a partir de segunda-feira (27/07), a faixa exclusiva de ônibus, em ambos os sentidos da Avenida Mateo Bei, em toda a sua extensão, que compreende o trecho entre a Avenida Rio das Pedras e Praça Felisberto Fernandes da Silva, tem novo horário de circulação e restrição de estacionamento.

O novo horário de circulação de ônibus e restrição de estacionamento é de segunda à sexta-feira das 6h00 às 20h00 e aos sábados, das 6h00 às 14h00. O objetivo é aumentar a capacidade da via e a velocidade do transporte coletivo.

As operações de cargas deverão ser realizadas nas baias localizadas nas ruas transversais.

A Engenharia de Campo da CET irá acompanhar o desempenho da nova faixa exclusiva, visando melhorar as condições de trânsito e preservar a segurança viária de todos os usuários